quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Papai Noel e as crianças



Chegou o Natal, uma das épocas mais esperadas por muitas pessoas e especialmente por muitos pequenininhos que aguardam a chegada do bom velhinho.
 
É importante que a criança acredite em Papai Noel?
Sim, as fantasias são parte essencial da infância e devem ser estimuladas, e os pais são os facilitadores da imaginação da criança. As figuras que representam a infância, como Coelho da Páscoa, Papai Noel, tem muita relevância para o desenvolvimento das crianças, além disso, ajudam no desenvolvimento intelectual, no desenvolvimento da linguagem e aumentam a criatividade.
As fantasias representam também os primeiros passos da transformação dos desejos e sonhos em realidade
 
A partir dos 2 anos as crianças começam a apresentar o uso do simbolismo de forma mais intensa, muitas vezes usam uma caixa de fósforo para brincar de carrinho entre outras brincadeiras que criam a partir do uso da imaginação, assim como passam a compreender o significado do Natal e, conseqüentemente, esperar pelo Papai Noel. Nessa fase é muito importante que os pais estimulem essas fantasias, como por exemplo, ajudando os filhos a escrever as cartinhas para o Papai Noel!
 
As decorações nos shoppings e nas ruas também colaboram para estimulação da imaginação infantil. Se as decorações encantam os adultos, as crianças muitas vezes ficam maravilhadas!
 
Medo do Papai Noel, o que fazer?
É muito importante que a criança cresça segura e confiante e sua imaginação esteja relacionada à bons momentos e fantasias prazerosas, neste caso, não se deve negar o medo da criança e nem puni-la, como por exemplo, falando que menino não chora, ou que todos querem ver o Papai Noel, menos ela. Os medos das crianças são muito reais e geram desconforto e insegurança.
 
Nestas situações uma dica é levar seu filho aos poucos para ver o Papai Noel, por exemplo. Um dia você fica de longe com ele olhando, e aos poucos vai se aproximando; sempre reforçando a idéia de que nada de ruim aconteceu quando a criança foi ver o Papai Noel, nem com ela e nem com outras crianças que estavam mais próximas. Compreender e respeitar os medos das crianças é um gesto de muito carinho e apoio aos filhos e colabora para um desenvolvimento mais seguro.
 
O que fazer quando a criança pergunta se Papai Noel existe?
As crianças apresentam um período que vai em média dos 2 anos aos 7 anos, onde as fantasias aparecem com muita intensidade, nessa faixa etária é importante estimular a imaginação, logo, negar a existência do Papai Noel não é indicado, pois a magia do Natal, a figura do bom velhinho, a espera do presente são fatos que fazem parte da história da criança e que ficam marcados para sempre na memória. Neste caso, quando a criança ainda é novinha, pode-se ajudar a estimular essa fase. Uma dica é responder que : “Papai Noel existe para quem acredita nele!”.
 
As crianças começam a desconfiar que Papai Noel não existe por volta dos 7 anos, mas nem com todas as crianças acontece da mesma forma e, elas nos dão as dicas de quando começam a desconfiar de sua existência, quando começam a perceber que são os pais que compram os presentes. Quando isso ocorre, nesse momento sim, é importante não mentir para as crianças, uma dica é perguntar para ela o que ela acha, como ela imagina que seja!
 
Enfim, essa é uma fase muito importante na vida de todos nos, cultivar essas fantasias faz parte da infância, ainda mais nos dias de hoje onde nossas crianças convivem com violência, agressividade e cobranças é importante preservar esses momentos e um pouco da ingenuidade que há em cada uma delas.
 
Acho que todos nós, uma dia, gostaríamos que Papai Noel realmente existisse!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Show de Patinação Artística dia 15



Na próxima semana, no dia 15 de dezembro, às 20h30, acontecerá no Ginasião o show de Patinação Artística, com o tema Alegria. Está confirmada a participação das equiopes do Colégio Medianeira e também da escola municipal Criança Feliz. As coreografias serão a cargo de Paulo Vivian e será baseada em filmes da Disney, como Rei Leão, Pocahontas e clássicos Carmina Burana e Mulheres Girafas. O ingresso será de R$ 2, para ajudar nas fantasias e figurinos dos patinadores. Informações pelo fone 9981.6014. Fonte: http://www.pmsantiago.com.br/

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Os efeitos da música no nosso cérebro



A sensação prazerosa que sentimos ao ouvirmos música está associada diretamente com a liberação de dopamina no cérebro, o mesmo neurotransmissor relacionado ao prazer da alimentação, drogas ou dinheiro.

Segundo uma pesquisa divulgada na revista científica Nature Neuroscience, a dopamina age em nosso corpo reforçando alguns dos nossos comportamentos mais importantes para que assim garantam a nossa sobrevivência, como a alimentação e o sexo, ou pode ainda desempenhar um papel na motivação (recompensa por um esforço ou risco, como em apostas ou uso de drogas), o que não se sabia, no entanto, era como a substância poderia estar envolvida no prazer abstrato, como ouvir música.

Para a pesquisa, foram selecionados dez voluntários, com idades entre 19 a 24 anos, dentre uma lista de 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiam sinais de extremo prazer ao escutar música, através de aparelhos de diagnóstico por imagens, os cientistas da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, mediram a liberação de dopamina e a atividade do cérebro, ao mesmo tempo que sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.

Após os testes, os resultados indicaram que a dopamina é liberada antes mesmo do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio pico de prazer, ou seja, no auge emocional, na realidade tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões do cérebro, durante o auge do prazer é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes (como a cocaína), antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.

Como o esperado, a quantidade de liberação de dopamina no cérebro do indivíduo varia conforme a intensidade da emoção e do prazer que a pessoa está sentindo, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra" (indiferente aos voluntários).

O estudo ainda nos permite entender o porque da música ser tão explorada e de uma forma bastante eficiente por boa parte da indústria da publicidade e propaganda, ou até mesmo em filmes para induzir estados de humor, como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa e de expectativa.

Portanto, muito cuidado na hora de selecionar as músicas para ouvir, agora que você tem uma noção do impacto que ela exerce no seu cérebro e humor!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Que venham os Parquímetros



Sim, que venham os parquímetros. Eu, pelo menos, não aguento mais ficar rodeando a praça central ou dar "n" voltas ao redor de uma quadra para, na sorte, poder estacionar o carro. É impossível! Muita gente vai trabalhar e deixa seu carro o dia inteiro ocupado uma vaga, muitas vezes mal estacionado, o que compromete mais de um lugar. Tens que estar passando na hora exata que alguém sai para arranjar um lugarzinho, isto se algum mais apressadinho não se intrometer na sua frente.

Infelizmente, o brasileiro só aprende quando sai do seu bolso. Mas se for para melhorar a rotatividade dos carros estacionados, tem mais é que cobrar mesmo. Claro, tem que ver o seguinte: o número de carros cresceu consideravelmente nos últimos anos, seja pelo aumento do poder aquisitivo da população, seja pelas facilidades em obter um veículo novo hoje em dia. Aí voltarei eu mesmo aqui reclamar que mesmo com os parquímetros, não há lugar onde estacionar.

É, corro esse risco! Só sei que do jeito que está, como diria o gaúcho: "tá brabo".

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1º de Dezembro e a Luta contra a Aids



O 1º. de dezembro se transformou em dia de luta contra a Aids com o apoio da Organização das Nações Unidas - ONU - e a Assembléia Mundial de Saúde. Nesse dia, é importante reforçar a solidariedade e a compaixão com as pessoas portadoras do vírus HIV.

As campanhas também visam diminuir o preconceito em relação aos portadores do HIV, explicando as maneiras de contágio. A Organização Mundial da Saúde passou a escolher grupos sociais atingidos pela Aids e definir estratégias para uma campanha com o objetivo de sensibilizar a opinião pública. Desde 1988, esse dia vigora no Brasil.

Uma portaria foi assinada visando alertar a população contra os avanços da doença. O vírus HIV é o causador da Aids e foi descoberto em 1979, pelo Instituto Pasteur, na França. A sigla do vírus está em inglês e significa Vírus da Imunodeficiência Humana. A sigla Aids, em português, significa Síndrome da Imunodeficiência Humana.

O vírus da Aids atua como um parasita ao se instalar em um célula e age como um oportunista, baixando a imunidade das pessoas.

Dessa maneira, os portadores podem facilmente ficar doentes, o organismo não consegue se defender sozinho. Assim, as pessoas não morrem de aids, mas sim de uma doença que aproveita a baixa do sistema imunológico. No entanto, existem portadores do vírus HIV que não desenvolvem a Aids e sua imunidade permanece inalterada.

A transmissão do vírus não acontece pelo ar ou pelo toque, é necessário que haja condições específicas como relações sexuais sem camisinha, transfusão de sangue contaminado, uso de seringas já utilizadas etc.

Existem várias maneiras de tratar um paciente quando se detecta o vírus precocemente. Quanto mais cedo a pessoa infectada iniciar o tratamento médico, mais possibilidades de estabilizar a doença e, conseqüentemente, manter uma boa qualidade de vida.  Fonte: UFGNet