quarta-feira, 13 de junho de 2012

Como Identificar um Mentiroso



Algumas mentirinhas fazem parte do cotidiano de muita gente. Se você não está bem e não quer divulgar o seu estado emocional, responde o “tudo bem?” com “tudo” e nada mais. Mas algumas pessoas exageram nas histórias falsas e se tornam viciados na mentira. 

Quando o mentiroso perde a noção das consequências dos danos causados pelos seus atos, isso se torna uma doença, a mitomania. Essa doença necessita de tratamento que envolve atendimento psicológico e, em alguns casos, medicamentos antidepressivos para elevar a autoestima do paciente. O mitômano precisa aprender que mentir incomoda e pode prejudicar as pessoas.

Entretanto, as mentirinhas de todos os dias deixam alguns sinais. O inconsciente de quem mente é mais forte e o acusa por meio de detalhes quase imperceptíveis. Que tal ser um detector de mentiras ambulante? Poder desmascarar os mitômanos apenas ao ouvir sua história pode realmente cumprir o ditado que afirma que “mentira tem perna curta”.

Aqui vão algumas dicas para saber se uma pessoa está mentindo ou não:

1. Desvio de olhar: quem mente, costuma ter dificuldade em fixar o olhar e, até mesmo, olhar nos olhos, de forma natural.

2. Olhar fixo: para evitar ser pego na mentira porque não consegue “olhar nos olhos”, há mentiroso que exagera no “olho no olho”. Isso acontece com o propósito de tentar convencer o outro a acreditar em sua história.

3. Piscar: ao mentir, a pessoa tende a dar piscadas mais longas. Afinal o cérebro em uma atitude de recusa ao que a pessoa está dizendo, provoca piscadas em que os olhos permanecem fechados por mais tempo do que o habitual.

4. Voz: pode ficar trêmula, cortada e sem fluidez, além disso, o tom pode ficar baixo e projetado para dentro.

5. Mãos: ao mentir, a pessoa fica nervosa e ansiosa e, quando isso acontece, o organismo entra em estado de alerta, pois a temperatura periférica tende a cair. Por isso, é natural as mãos ficarem geladas, trêmulas e agitadas.

6. Pele: o nervosismo também pode alterar a cor e a aparência da pele, deixando a pessoa mais vermelha ou mais pálida.

7. Fala: rodeios, justificativas e fala em excesso podem denunciar a mentira. Em especial, quando a pessoa não tem o costume de ser prolixo e começa a demorar demais para chegar ao objetivo da conversa.

8. Pausas: os intervalos durante a fala podem indicar que o cérebro do ‘mentiroso’ precisa processar as informações, por isso a pessoa pode quebrar a fluidez do bate-papo com pausas aleatórias.

9. Mãos nos bolsos: sinal de que a pessoa está escondendo algo, de que está fechada a dar ou receber informações.

10. Olhar para o lado esquerdo: este é o lado da criação de quem é destro, portanto, quando uma pessoa é indagada e move os olhos para a esquerda, pode estar com a intenção de inventar uma resposta.

11. Saliva: quando o corpo entra em alerta, por uma situação de estresse, é natural cessar a produção de saliva e a pessoa começa a “engolir seco”. Geralmente, durante a fala, o mentiroso fica com a boca seca.

12. Coceiras: este é outro sintoma que denuncia a mentira, pois o cérebro recusa a história falada e provoca estímulos que podem levar a mão à boca, ouvidos e aquela coceirinha na cabeça.

13. Face: a estratégia de análise da face é muita usada para identificar mentirosos. Isso porque é fundamental que fala e estejam congruentes, quando isso não ocorre, existe algo errado.

Com essas dicas ficou mais fácil identificar possíveis mentirosos a sua volta. Ponha em prática e, quem sabe,  tenha surpresas não tão agradáveis em seus relacionamentos diários.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

As 10 profissões que mais engordam



Um estudo da CareerBuilder conduzido com mais de 5.700 trabalhadores, analisou a propensão em relação ao aumento de peso de diversas áreas profissionais. Confira as dez mais:

1º - Agente de Viagens
2º - Advogado e juiz
3º - Assistente social
4º - Professor
5º - Artista, Designer e Arquiteto
6º - Auxiliar administrativo
7º - Médico
8º - Policial e Bombeiro
9º - Marketing e Relações Públicas
10º - Tecnologia da Informação                                                                            Fonte: CareerBuilder

- Isso porque a profissão de blogueiro ainda não é regulamentada.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

A Música no Trabalho



Estamos envoltos por sons em quase todas as atividades que realizamos. Não importa qual seja o estilo de sua preferência, as músicas sempre despertam uma sensação diferente dentro de você, consciente ou não. Mas, será que seu efeito é positivo dentro do ambiente de trabalho.

Conhecida como “efeito Mozart”, uma teoria defende que ouvir música clássica aumenta a aptidão espaço-temporal e, por tanto, auxilia o aprendizado e desenvolvimento matemático. A tese do otorrinolaringologista francês, Alfred Tomatis, filho de um cantor de ópera também estabelece uma relação da música com a habilidade de aprender línguas estrangeiras e acabar com a depressão.

Dependendo da profissão que você desempenha, a música pode ser uma excelente alternativa para estimular criatividade e aliviar tensões. Por outro lado, tarefas que requerem mais atenção podem ficar prejudicadas pelo desvio de atenção ou um “lá lá lá” vindo do colega do seu lado ou de você mesmo.

A música colabora com as relações interpessoais e propicia integração. Nas questões intrapessoais ela também promove auto-estima e alivia tensões. Mas, cada pessoa tem seu ritmo de trabalho, funções e preferências, por isso o melhor a fazer quando você divide um espaço corporativo com outras pessoas é utilizar fones de ouvido ou mesmo perguntar se o som atrapalha o desempenho do seu colega de trabalho.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O Cérebro Hipnotizado





Pela primeira vez, neurologistas conseguiram enxergar um cérebro hipnotizado. Graças a exames que registram as áreas cerebrais ativadas durante o transe, o mistério da hipnose começa a ser decifrado.

O assunto sempre gerou controvérsia. Tem gente que acha a hipnose um jogo teatral. O hipnotizado fingiria sensações que seu cérebro não sente, querendo se iludir, mas, no fundo, no fundo, sabendo da farsa. E tem gente que vê na hipnose um estado neurológico especial. Nele, o cérebro focaria a atenção no assunto sugerido pelo hipnotizador, sem dar bola para outras informações registradas naquele momento. Ok, tudo continuaria não passando de ilusão. Mas com uma enorme diferença: o cérebro é que seria iludido, sentindo de fato o que o hipnotizador lhe sugerisse. Seria possível até ver o cérebro sendo enganado. Aliás é exatamente isso o que está fazendo um grupo de cientistas americanos - eles entraram de cabeça na hipnose para desvendar seus mistérios e acabar com a polêmica.

Os resultados preliminares desse estudo, são espantosos. Dezesseis voluntários observaram imagens em cores na tela de um computador. Depois de hipnotizados, eles foram levados a acreditar que a mesma figura colorida, vista outra vez no monitor, era toda cinza. Nesse instante, o cérebro ativou uma região que inibe a visão das cores. Ou seja, sem nenhuma possibilidade de farsa, o cérebro passou a ver em preto e branco. Mais tarde, os mesmos voluntários foram induzidos a ver cores em imagens onde elas não existiam. E, outra vez, bingo! Os resultados confirmaram que o cérebro estava mesmo "vendo" colorido.

 Olhos fechados, mente atenta e concentrada

"A gente ainda não conhece os detalhes do processo, mas o quadro está cada vez mais claro", disse o americano Stephen Kosslyn, psicólogo e neurologista da Universidade Harvard, um dos coordenadores da experiência, que também contou com psiquiatras da Universidade Stanford, radiologistas do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, além de neurologistas do Memorial Hospital, de Nova York. Para esse time da pesada mergulhar na hipnose, um equipamento foi fundamental: o PET, que mostra com precisão quais regiões cerebrais estão sendo ativadas a cada momento.

Há pouco mais de dois anos, o PET passou a ser usado para a investigação da hipnose. Kosslyn explica: "Exames mais antigos, como o do eletroencefalograma, poderiam até mostrar a região da visão sendo ativada como um todo, mas não informariam se o indivíduo estaria enxergando colorido ou em preto o branco aquilo que afirmasse enxergar". Segundo o psiquiatra David Spiegel, da Universidade Stanford, o PET também confirmou outro ponto importante: "Os centros ligados à atenção permanecem ativos".

Nessa tecla, o fisiologista italiano Giancarlo Carli já vem batendo há mais de uma década, apesar de a palavra hipnose, criada no final do século XIX, ser derivada de Hypnos, o deus grego do sono. "A hipnose é um estado de vigília. Ela nada tem a ver com adormecer", afirma ele, que é considerado um dos maiores especialistas mundiais no assunto. "O próprio eletroencefalograma já indicava isso ao registrar as ondas cerebrais. Durante o sono, há ondas bastante típicas, que nunca aparecem nos hipnotizados. Mesmo aqueles que chegam ao grau mais profundo da hipnose apresentam ondas cerebrais de quem está acordado."

Se os cientistas entendem melhor o que é a hipnose, eles pouco sabem sobre a trajetória que leva o cérebro a esse estado. Há indícios de que uma estrutura cerebral semelhante a uma rede, chamada formação reticular, funciona como elo entre a voz do hipnotizador e a massa cinzenta do hipnotizado. "A formação reticular controla a vigília e o sono e ainda seleciona em que informações devemos nos concentrar", explica o psiquiatra Fernando Portela Câmara, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A tese mais aceita é a de que as palavras do hipnotizador, processadas pelo nervo auditivo, alcançam a ponta dessa rede, na base do cérebro, e se espalham por toda a massa cinzenta. Por se tratar de estímulos repetitivos quando eles chegam no lobo frontal, região atrás da testa, concentram a atenção do paciente em um único foco, inibindo tudo o que está ao redor.        Fonte: Revista Superinteressante

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Critérios para aborto em anencéfalos





Nesta segunda-feira, dia 14/05/2012, o Diário Oficial da União publicou os critérios necessários para que a mulher grávida de um feto anencéfalo (malformação do tubo neural e ausência parcial do encéfalo) possa interromper a gestação.  As normas foram determinadas pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) após um mês da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que descriminalizou o aborto de anencéfalos no dia 12/04/2012.

De acordo com a divulgação, a gestante só poderá ser submetida ao procedimento depois que fizer ultrassom detalhado e assinado por dois médicos. O exame, que deve ser feito a partir da 12ª semana  de gestação, tem que trazer registradas três fotografias do feto: duas verticais e outra detalhando a caixa encefálica.

Outro ponto abordado na divulgação é o cuidado com que as gestantes devem ser tratadas pelos profissionais. Os médicos devem zelar pelo bem-estar da paciente e a cirurgia de interrupção só poderá ocorrer em hospitais com estrutura adequada.