sábado, 30 de maio de 2009

Neuromarketing: Você conhece?

Para muitos essa palavra pode ser estranha, mas há muito tempo vem sendo utilizada em nossas vidas sem ao menos nos darmos conta disso. Mas o que vem a ser esse tal Neuromarketing?
Já há alguns anos, grandes empresas do cenário mundial como a Coca Cola, por exemplo, fazem uso de técnicas inovadoras direcionadas ao consumidor, a tal ponto de monitorarem seus pensamentos, acreditem. Nesse caso em especial, várias pessoas são submetidas a testes, onde suas ondas cerebrais são monitoradas. O teste consiste no seguinte: figuras a esmo são mostradas aos participantes, sendo que cada figura desencadeia algum tipo de reação no cérebro, mais especificamente no Sistema Límbico (conhecido como o centro das emoções) e são captadas por sensores computadorizados, sabendo assim, quais imagens são mais "receptivas" ao cérebro e quais não são. De posse dessas informações, e das imagens convenientes, são produzidos os comerciais do produto. Ou seja, a intenção dessas empresas é a de que, através do subconsciente das pessoas, possam instigar ou induzir o consumo de seus produtos. Parece uma ideia meio louca, mas pensemos um pouco: Porque não? Quantas vezes vemos nossos familiares indo comprar uma "Coca" e não um refrigerante qualquer, parecendo muitas vezes um processo automático. E a desculpa do gosto ser melhor não cola mais.
Sou um tanto cético quanto essa questões, mas no mínimo têm-se aqui um fato intrigante, você não acha? O fato de não sabermos ao certo se estamos comprando algo por motivação própria pode mexer com as pessoas.
Uma coisa eu sei: Quanto mais redigo as palavras Coca e Cola, mais contribuo com teorias como essa...
Foi mal...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Boas e Ruin"s"

Depois de longos dias, estou de volta. E, como tem sido de costume, com más notícias. Pois não é que a tal da gripe suína, ou influenza, acabou chegando ao Brasil? Diga-se de passagem, isso era meramente uma questão de tempo. O mundo inteiro está tomado por uma ansiedade desmedida, visto o poder de alcance, ainda não detectado, da doença.
Não só àqueles atingidos pela influenza sofrem com a doença, a população em geral vê-se tomada por um medo generalizado. Não bastasse a gama de males a que estão expostos, agora isso. O medo de uma pandemia é real, e sua efetivação iminente.
Já no Brasil, a coirmã febril se alastra pelo sul, a famosa febre amarela. Soma-se a isso a seca que assola o Rio Grande do Sul, já temos uma calamidade afora a influenza. Dizem: Não há motivos para pânico. Duvido! A seca no sul, somada as enchentes em outras partes do país, já está se refletindo nas prateleiras bem a nossa frente. Sem contar o crescente números de mortos com as gripes. Como então não se preocupar? Difícil.
Em meio às notícias ruins, um fato me deixa orgulhoso: o de ver o Santiaguense, meu primo de sangue, companheiro de banda, despontando para todo o Brasil, o jovem André Canterle, mostrado no último domingo no programa do faustão. Peço desde já o apoio de todos para que acessem, assistam e votem em seu vídeo. Só assim poderemos ir até lá tocar ao vivo, aumentando em muito a divulgação e elevando ainda mais o nome deste talentoso filho da terra dos poetas.
Aí vai o link de acesso:
http://domingaodofaustao.globo.com/Domingao/Garagemdofaustao/0,,16989-p-v1007303,00.html
Até a próxima.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Tempo Antigo "2"

Ah... Que saudade do campo
O aroma de um amanhecer primaveril
Saudades do canto da noite
Do cheiro do mato verde
Dos pássaros que voavam livres
E desconheciam a maldade dos homens
Hoje o mato virou concreto
O fogão de lenha que aquece a casa
Agora tornou-se elétrico
O ar puro já não é mais tão puro
O cantar lindo dos pássaros
Se restringe agora a muros
E o som campeiro da viola
Que ressoava na noite escura
Transformou-se em barulheira
E a melodia não é mais pura
Ah... Que saudade do campo
Do café de minha vó
Do tempo antigo que ficara
No passado e virou pó.

domingo, 19 de abril de 2009

Tempo Antigo

Em minhas andanças por aí nesses últimos 31 anos, tenho ouvido muitas vezes, pessoas falando o seguinte absurdo: "No meu tempo não era assim", ou ainda, "No meu tempo as coisa eram diferentes". Mas peraí! Divago em meio a pensamentos outros que não veem ao caso mas, até onde sei, vivemos todos em um mesmo tempo, e ao mesmo tempo. Como pode alguém afirmar que no seu tempo isso, no seu tempo aquilo? Ora bolas.
Muitas coisas mudam em anos de evolução e história, mas acho um equívoco tal afirmação.
Seu tempo antigo, atual, e futuro, é o mesmo meu e de todos os outros. Portanto, não justifique as evoluções incompreensivas do modernismo como "coisas atuais" que no seu tempo não existiam...
Nosso tempo é hoje, agora. E se bobear, ontem!

domingo, 12 de abril de 2009

Salve-se quem puder!

Salve-se quem puder! É isso mesmo...
Embora a intenção não seja essa, o blog tem se tornado um Jornal Nacional piorado, pois cada vez que vai ao ar, veicula notícias tristes e acontecimentos desagradáveis de nossa sociedade.
Dessa vez, a chamada diz tudo. Salve-se quem puder!
Não há mais lugar seguro algum, na rua, em casa, no trabalho, enfim, não existe mais um lugar onde se possa dizer estar seguro, nem no cemitério, acreditem, nem no cemitério, "Meu Deus".
Pois eis que mais uma vida se perde em nossa cidade, mais um cidadão de paz que é brutalmente interpelado em pleno lar e acaba por falecer.
Penso: O que fazer? Estou em casa, com minha família, quando de repente vejo-me encarar uma arma, e agora? A regra diz: não reaja! Mas e minhas coisas, as quais lutei tanto para conseguir? Não é fácil!
Mas se reajo e mato, em meus domínios, me condeno! É fato. Nem induzo, por favor!
O pior é ouvir do responsável pela segurança do município a seguinte frase: “Não adianta”, ou, “Eles vão pro presídio e voltam pior”, ou ainda, “a gente sabe quem eles são e sabe que em breve estarão nas ruas de novo”. Ou seja, voltam, reincidem, vão presos e??? Voltam!!!
Já fui assaltado pessoal e virtualmente, mas essa é nova... Fico em casa pensando estar seguro, mal sabia eu que em muitos casos, o perigo literalmente “mora em casa”. "Tá Loco".
Salve-se quem puder... E conseguir...